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DTI

Cidade que se Ouve

Oficina – Inclusão Digital e Empreendedorismo Social Com os alunos do 1º ADM do Colégio Edimar Wright – Almirante Tamandaré iniciamos um projeto inspirador ao lado do empreendedor Leandro.   A atividade trouxe sensibilização por meio de uma vivência prática: alunos com os olhos vendados sendo guiados por colegas, refletindo sobre os desafios da acessibilidade. O projeto segue com os estudantes realizando o mapeamento de estabelecimentos acessíveis em seus bairros, utilizando o aplicativo de acessibilidade que está sendo desenvolvido pelo Leandro: Oráculo Sonoro  Novas oficinas e atividades virão, fortalecendo o engajamento dos alunos na prática de um empreendedorismo social inclusivo.  Imagens: Professor Altair Rodrigues, componente curricular do princípio da Administração e comunicação e vendas 1° Técnico em administração do Colégio Estadual Professora Edimar Wright. Município de Almirante Tamandaré Sobre o Oráculo Sonoro: O Oráculo Sonoro é uma plataforma colaborativa que une acessibilidade e mobilização social. Seu objetivo é tornar cidades mais inclusivas para pessoas com deficiência visual, ao mesmo tempo em que ajuda escolas, entidades e grupos locais a arrecadar recursos para seus próprios projetos. 🎧 Modal 1 – Acessibilidade O Oráculo Sonoro funciona como um aplicativo de áudio-descrição: Pessoas com deficiência visual podem acessar descrições em áudio de locais da cidade.Cada ponto mapeado traz áudios organizados em categorias: O conteúdo é criado de forma colaborativa, por voluntários da comunidade.Todo material passa por moderação, garantindo qualidade e confiabilidade. 👉 Assim, o banco de dados de acessibilidade cresce a cada contribuição e pode ser usado tanto por cidadãos quanto por turistas. 💰 Modal 2 – Captação de Recursos O mesmo app também funciona como uma plataforma de crowdfunding: 👉 Isso significa que, ao apoiar uma campanha, você também apoia a inclusão social da sua cidade. 👥 Papéis no Oráculo Sonoro 🚀 Por que o Oráculo Sonoro é diferente? – Não depende de parcerias público-privadas nem de longas burocracias.– É rápido de implementar, com unidades independentes em cada município.– O crescimento do banco de dados traz mais visibilidade para as campanhas locais.– Transparência total: todas as arrecadações e aplicações de recursos são públicas. 🌍 Nosso sonho Que cada cidade tenha seu Oráculo Sonoro ativo, tornando os espaços mais acessíveis, conectando comunidades e financiando projetos que fazem a diferença. Você pode participar de várias formas: como usuário, voluntário, moderador ou apoiador. Junte-se a nós e ajude a transformar acessibilidade em realidade! ACESSE: https://oraculosonoro.guildadecuritiba.com.br

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✨ 5 Formas de Vender Experiências Turísticas

Em um mundo onde o viajante busca mais do que fotos bonitas — ele quer sentir, saborear e colecionar momentos únicos — vender experiências turísticas se tornou uma arte própria. Mas não existe uma fórmula mágica única. Afinal, a forma como você promove um passeio guiado é diferente de como apresentaria uma caixa de sabores regionais ou um espetáculo imersivo. Pensando nisso, a Guilda de Aventureiros de Curitiba reuniu cinco caminhos comerciais que funcionam para diferentes tipos de experiências. Cada um com sua própria natureza, alcance e encantamento. Escolha os que fazem mais sentido para o seu produto — ou explore todos como um verdadeiro desbravador. 🧭 1. Plataformas Digitais Especializadas Exemplos: GetYourGuide, Civitatis, Klook, Tiqets, Viator São marketplaces onde turistas do mundo todo compram passeios, ingressos e vivências antes mesmo de desembarcar. Ideais para experiências estruturadas, com horários definidos e apelo turístico claro. 💡 Indicado para: city tours, roteiros gastronômicos, visitas guiadas, oficinas. Dica da Guilda: Mantenha uma boa descrição, fotos reais e responda rápido — isso eleva sua posição nas buscas! ☕ 2. Pontos Físicos Estratégicos Exemplos: cafés, lojas de lembranças, postos de informação, centros culturais Mesmo na era digital, muitos turistas ainda decidem o que fazer quando já estão na cidade. Uma boa parceria com estabelecimentos de fluxo turístico pode fazer sua experiência ser descoberta no momento certo. 💡 Indicado para: produtos físicos temáticos, ingressos para atrações, atividades rápidas ou de impulso. Dica da Guilda: Crie folhetos pequenos com QR Code, uma mini história e benefícios claros (ex: desconto ou brinde ao apresentar o folder). 📱 3. Redes Sociais com Link Direto Exemplos: Instagram + Linktree, Pinterest com landing page, TikTok com links na bio A inspiração muitas vezes nasce de uma imagem. Plataformas visuais têm alto poder de encantamento, especialmente se você usa vídeos curtos, depoimentos de clientes e bastidores criativos. 💡 Indicado para: experiências sensoriais, criativas, afetivas ou artesanais. Dica da Guilda: Não poste só para vender. Compartilhe curiosidades, bastidores e momentos reais — o encantamento vem da história, não só do preço. 🎟️ 4. Eventos, Feiras e Pop-ups Exemplos: festivais gastronômicos, feiras de economia criativa, eventos culturais e de bairro Nem toda experiência precisa estar online para acontecer. Às vezes, o melhor canal de vendas é aquele onde o público já está com os sentidos abertos — pronto para experimentar ali mesmo. 💡 Indicado para: produtos com degustação, vivências rápidas, combos promocionais. Dica da Guilda: Crie uma “versão de bolso” da sua experiência para eventos. Um mini-kit, um preview sensorial ou uma interação gamificada chamam atenção e aumentam conversão. 🗝️ 5. Canais Diretos e Comunidades Exemplos: WhatsApp Business com catálogo, grupos no Telegram, newsletters com storytelling Clientes que já viveram uma experiência têm grande potencial de recompra — ou de se tornarem promotores espontâneos. Manter um canal direto de comunicação permite fidelização e promoções exclusivas. 💡 Indicado para: experiências recorrentes, lançamentos sazonais, venda direta para público local. Dica da Guilda: Crie um grupo com nome criativo (ex: “Exploradores do Sabor”) e compartilhe bastidores, datas especiais e cupons secretos. 📚 Conclusão Cada experiência é única — e seu canal de venda também deve ser. O segredo está em combinar os meios certos com a personalidade da sua vivência. Escolha um dos caminhos acima e comece a traçar sua própria trilha de sucesso. Pensando nesse universo amplo de possibilidades, a Guilda de Aventureiros de Curitiba está desenvolvendo seu próprio aplicativo, focado em experiências auto-guiadas, ideais para viajantes solo, curiosos autodidatas e o público local em busca de atividades acessíveis e encantadoras. A ideia é abrir portais para novos públicos, facilitando o acesso ao conceito de experiências turísticas, mesmo para quem está dando os primeiros passos nessa jornada. Este post foi escrito por Aldebaran, o Eterno Cartógrafo, conselheiro da Guilda de Aventureiros de Curitiba e guardião dos Mapas Comerciais do Reino. Com sua pena mágica e incontáveis livros empilhados ao redor, dedica-se a decifrar os caminhos mais promissores para que experiências turísticas encantem viajantes de todos os cantos. Se precisar de uma trilha para vender sua jornada, ele já está alguns passos à frente — e pronto para compartilhar o mapa.

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🛡️ Por dentro do DTI: o que a Guilda de Aventureiros anda aprontando nos bastidores do turismo de Curitiba

“Turismo inteligente? Sim. Mas com um pouco de magia também.” Se você acompanha a Guilda de Aventureiros há algum tempo, já sabe que nossa missão é transformar a cidade em um grande tabuleiro de aventuras. Mas o que talvez você não saiba é que, por trás das trilhas encantadas, dos mapas secretos e das missões urbanas, também estamos atuando em algo muito maior: ajudar Curitiba a se tornar um Destino Turístico Inteligente. 🌐 Mas o que é isso na prática? É mais do que tecnologia. É uma Curitiba que pensa no futuro, onde o turismo valoriza quem vive aqui, encanta quem visita e deixa uma marca boa em todo mundo. Um DTI é uma cidade que cuida da experiência de ponta a ponta — da calçada acessível ao Wi-Fi na praça, da feira de bairro até a inteligência de dados por trás das decisões. E adivinha? A Guilda tá no meio disso tudo. 💼 E o que a gente faz lá? Bem… Participamos de reuniões com nomes difíceis (tipo “Grupo de Trabalho de Marketing, Criatividade e Experiência”), trocamos ideias com gente brilhante de outras instituições, levamos sugestões que nascem das ruas (e dos becos mágicos), e propomos coisas como: E o mais incrível é ver que isso não é só aceito — é incentivado. 🧭 O dia a dia é assim: Num dia, estamos revisando um mapa de missão para um bairro histórico.No outro, estamos numa reunião da Prefeitura pensando como fazer com que o turista sinta Curitiba, e não só tire uma selfie no Jardim Botânico. A gente brinca que é tipo ser do Conselho de Magos da cidade. Só que com planilhas, café e post-its. 🤝 E por que isso importa? Porque as cidades precisam de encantamento. Precisam de experiências que toquem as pessoas. E, no meio de tanta tecnologia e inovação, o que realmente fica na memória de alguém que visita uma cidade são as boas histórias — e é exatamente isso que estamos ajudando a construir. “O futuro de Curitiba é inteligente, mas também é sensível, criativo e cheio de personagens como você.”— Leandro, Mestre da Guilda (e talvez articulador de um ou dois planos secretos a mais)

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